quarta-feira, 13 de maio de 2009

Prólogo da galera que lembra do amanhã!

Um bombardeio de máquinas invadiu essa época. Tudo é palpável, mas a novidade está tão desinteressante, como as que virão amanhã de manhã, bem cedinho, quando eu ainda estiver dormindo, se não tiver acabado de me esticar sobre o sofá-cama ríspido e enrijecido.

A caverna do homem das pedras se tornou a razão, e então o retrocesso da evolução parece fazer sentido quando o homem acha, que, a própria, se contextualiza em produzir informações novas em cima daquelas jamais digeridas.

Todos nos afogamos, homeopaticamente, se por opção, ou overdosemente, quando se esta aberto, com o engolir a seco todas as ferramentas que precisamos pra solucionar problemas que nunca houvera a necessidade de existência. E ainda fabricam escolas de ensinar a dizer amém. Mas onde está o salvador?

O enforcamento chega no fim do expediente, que tolera a comutação patética e eufórica dentro de uma aceleração motorizada com gazes friamente 'inatural', sendo exibido como ouro pelos vidros fechados nas mãos que seguram a roda da fortuna, forçando-as a dizer sempre o mesmo endereço. A ressurreição esta no atraso das seis e meia.

Às vezes, é como se não tivéssemos nascido, tão pouco morrido. Mas vivemos de joelhos a pestanejar pra pressa em esquecer o ontem, também pra falta de coerência com o hoje, pra evitar o bocejo no amanhã.

É cliché, mas é fato! Não se planta, então não se colhe. E por isso precisamos comer incessantemente os enlatados com conservantes da eternidade, antes que apodreçam. Por que o amanhã, nunca existiu!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

as vezes é dificil entender que uma parede branca, só é uma parede branca.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

1o movimento, da suposta décima de Beethoven.

Sabe o que é mais ironico?!
que quando tudo passa, parece nada mais importa. rsrsrrs...

ai fica assim, louco por algo que você nem sabe o que é, mas te excita e te empolga como todo o desconhecido. A novidade nem é tão dificil assim...

Acho que tudo é questão de dizer: opa!



PS: não tente achar conexão entre textos, marcadores e titulos.
Não há!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

cade a simone pra cantar então é natal?!

PI

Existe um segredo. E esse segredo é como as coisas misteriosas que a gente vê em filmes. Há uma chance nesse mundo de se fazer tudo aquilo que você almeja, e você pode. Desde que você pense em tudo.

Assimilando filmes com a ideia de fazer tudo, temos como exemplo Andy Kaufman. Um genio na manipulação do publico de forma doentia e totalmente eficiente. Uma salva de palmas pra esse rapaz. Ele conseguiu o que queria.

Ha muitas pessoas que podem ser citadas, mesmo na suas loucuras, como seres desprovidos de certos receios, ou justamente por estarem cheio deles, fizeram um baguio bem loko no aspecto da manipulação dos instintos de seu publico cativo ou não. hehehehe... acho que não preciso citar. Até porque criará um certo incomodo, se é que alguém vai ler. hahahhahaha...

Palmas pra todos eles. Mesmo maldosos eles merecem.
É isso no que da criança que acha brinquedo chato.

rsrsrsrs...

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Torneira pingando...

Abstendo de si mesmo,
e assim reynaldo consegue distanciar sua imprudencia e inconsequencia.
de todos aqueles que, ele ama.
Ausenta-se de si,
nega a própria existência.
Aceita o indulto como verdade plena,
sua unica salvação nesse momento em doar auto-indulgência.

E ele tenta esquecer, como é ser ele pelo menos por um dia.

Então, Regina acordou e aos cacos o remontou,
pegou-o pelas mãos, o pos ao seu lado e observou:
amor eu queria te ajudar,
mas eu só sei despedaçar,
só aprendi a quebrar
qualquer prova de quem me ama.

Regina o fez crer,
que então podia voar,
como um louco estava la, explodindo o coração pondo tudo o que queria negar:
Ele disse que a ama, ele disse que a ama...

Então regina, levantou-se da cama,
rumou para o calabouço das ruas,
em busca de alguem que não a tente compreender,
ele se pos a olhar o sol, que quebrava a janela.

segunda-feira, 30 de março de 2009

...então encostei a cabeça naquele travesseiro de novo. E naquele momento, talvez pelo cansaço do dia, ou da soma dos anteriores também, eu senti que havia me cansado das coisas. Senti que precisaria mudar um monte delas.

Vamos à lista de mudar:
cabelo?!
roupas?!
cuecas?!

não, muito vago!!!

Ah, desisto! Mudar pra que né?! é tão bom ficar estacionado! hahahahha...


To cansado dessa coisa eu... Mas também ja havia cansado dessa coisa de por todos antes de mim!