domingo, 28 de novembro de 2010

Falamos o que nao devia ser dito por ninguém...

Então, a interpolaridade das coisas funcionam da maneira que você acha que o circuito invasivo da corrosão é algo soberbamente irritante, mas nem é bem assim. O algo te eleva pra um lugar onde você ainda não esteve, mas de certo modo, você interage com o meio, simples. Se você nega a existência, negou. Se você aceita a existecia, aceitou. num é simples?! bem, na verdade num sei, mas quando acontece tem que sair algo. ficar na cabeça continua meio que é um desrespeito comigo mesmo. Tudo bem, não to me desculpando de nada. só to explicando a interpolaridade, que num tem nada a ver com coisas interpessoais, eu só acho que todo mundo fala.

é com beijos que trato as coisas. por que gosto dos beijos. mas as palavras são fortes então a gente tem que reparar bem o que um palavra pode representar pra alguem, quando você encara uma palavra ela encara você, e da medo essas coisas. não é bem assim que as coisas funcionam. é só a arte, ou o que acho dela, do que pode acontecer, tipo sou um mero instrumento de nada, que nem diria oscar wylde, toda forma de arte é inutil, e eu disse esses dias, discordo! Só a arte vai fazer pelas pessoas num futuro. só havera arte pra sobreviver!

é isso...

fiquem com vocês quiserem, hehhee...

Enfia essa merda toda no cu, se couber!

as pessoas esquecem o quanto elas são especiais, e esqucem o quanto elas sao insignificanes. elas esquecem simplesmente que elas nao são bosta nenhuma, ninguem é bosta alguma, nnas serve pra encher o peito do cristão convicto que ainda acredita em algo. ah va se fuder cara, somos todos hipocritas, ate aquele belo cara que acha que a vida é bela e que seu melhor amigo ta fazendo aquilo pra ver o seu bem. tudo nao passa de hipocresia igual a anestesia de dentista, depois que passa a gente finge chupar outro pau. ah va se fuder, tem muita mais cerveja aqui do que qualquer um de vocês consegueriam conceber nesse momento, voês nunca serviram pra nada na verdade. quero ver alguem morrer por amor a causa!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Bem, decidi por um momento não pensar na existência continuada, quero falar desse momento, quieto, ouvindo o banho lá longe, estirado, amaciando a carne enquanto eu decido que estou aqui. Não tenho mais palavras. É mágico.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Agora ha pouco tive um sonho, são seis e trinta, mas era seis e seis da manha a hora que acordei. Não sei se o sonho perturbou, ou se ele me mostrou o quanto de repente estou perturbado com as coisas que acontecem, ou acho que estão acontecendo. Será que elas estão acontecendo, será que elas realmente existem da maneira que eu as enxergo?! Nunca mais voltarei a mim mesmo?!
As indagações não param. Enfim, eu só quero morrer, enquanto não acho como solucionar isso.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

the wanderer

aquele que perambulou com uma arma e uma biblia nas mãos, que sentou do lado de fora de uma igreja com os habitantes de um vilarejo que esperam o reino mas não querem deus dentro dele.
aquele buscando por um homem bom, um espirito que não se curve ou quebre,
passei por milhares de sinais procurando meu próprio nome.
sim, abandonei sem nada,
a não ser com o pensamento de que você também estaria lá,
procurando por você,
eu fui perambulando.

sábado, 11 de setembro de 2010

Meu pacto e eu

Um dia qualquer, uma hora qualquer, mas de repente o caos se instaura, dobrando a esquina, ou antes mesmo de chegar até ela. E o panico?! ah, sim o panico. esse chega de mansinho e quand se percebe está dentro de você mesmo, trancafiado, enjaulado, amedrontado de toda a artimanha humana dentro desse poço de limbo que as pessoa utilizam filtros de visão pra dizer que nem é tão ruim asssim. É duro, se enxerga as coisas de uma maneira, e é sempre ímpar, sempre só você. Você de repente cansa as pessoas, amargura alguns, destroi o coração de outros. A sua escolha ja é turva, e o medo só cresce, dentro desse seu mundo, e ele é tão confortável e tão acolhedor que ha uma resistência em sair sem igual. Tudo amadurece, eu não. Eu sou conreto, sempre cinza, sempre abalável, as vezes até rachado por plantinhas quebra pedra. Onde estou?! Onde irei?! a que vim aqui?! Eu não tenho escolhas?! ou tenho?! Eu quero as pessoas, mas elas talvez queiram me modificar, deveria eu não as querer então?! as indagações não cessam, fato histórico. Odeio os olhares que esperam algo de você, mas nunca esperam você, só se espera aquilo que é esperado.

É, que expectativa poderei eu ter dentro de um mundo que só espera algo de você?!

sábado, 31 de julho de 2010

E agora Xica da Silva?!

Se eu morresse agora, não morreria com um sorriso na cara daqueles que expressa, foi bom enquanto durou! Pelo contrário, teria a sensação, “até que enfim”!

É duro chegar a conclusão, ou de repente, apenas ter a sensação de que nem tudo ta delicinha, já conto porque. O clima de tédio, o clima de cara cansada das pessoas, a burocracia fazendo da arte só mais um produtinho de bolso pras horas vagas, broxa o pau mais tarado do mundo!

Contando o porquê, voltei há algumas horas de viagem, estava fazendo uma tour de dez dias com a banda em que toco, e o único momento em que realmente tudo parecia valer a pena, o mundo, que parecia o tempo todo estar lá do lado de fora, não me atingia. Éramos eu, meu mundinho de dois metros quadrados itinerante e meus amigos nos seus respectivos, que de certa forma, pelo menos parcialmente, interagia com os outros mundinhos em questão.

Ai então, rola a volta, a chegada, e embora, às vezes, todas as coisas que você ama, casa, cidade, amores, amigos, bares o ar que tu ta habituado a respirar, parece sufocar, te por dentro do modelo desarticulado de olhar pra frente e peitar com discórdia os pintinhos assassinados dentro de moedor de carne para virar nuggets. O caraleo! To com fome, quero comer o pintinho até vivo se for necessário. Eu to com tanta falta de vontade depois que cheguei que me sinto um palhaço trabalhando num circo há trinta anos.
Talvez eu precise me isolar cada vez mais das pessoas. Alguns falam que é filtro errado sendo usado. Oh caraleo novamente, pra eu usar filtro e ignorar o que esta na cara, é fuga. Gosto do autismo, entendo e respeito aqueles que escolhem e desfrutam da solidão, filtrar o que ta preto pra poder ver da cor que você acha bonito é fácil, o difícil é olhar do jeito que realmente é, e aceitar a porra toda. Então prefiro o isolamento, o autismo mesmo. Digníssimo. Mas nada conclusivo, nada de concluir as coisas, ein?! Conclusão é o fim de tudo. Mas até o presente momento a sensação é de infelicidade com o que vi. Chega de ser homem, né?! Temos que ser máquinas, embalagens da estação e seres defrontes a luz. Acabei de achar um fio de cabelo vermelho em minha cabeleira loira.