essa sede, tanta, da ressaca.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Quem vai me curar?!
Hoje não estava tão frio, mas parecia mais que ontem. E morri mais uma vez dentro daquela vala iluminada com tres corpos eretos e seus copos nas mãos. quer dizer, quatro, sendo que eu esta semi ereto. Me mato, morro, levanto e vou pra casa. Ai quando chego lá, aqui, digo, vou logo me deitando, até porque todo morto tem que deitar, hehe.... Acendo um cigarro imaginario, mas sempre apago ele antes que termine. Ligo minha maquina de escrever com luz, e escrevo alguma merda pra me arrepender depois, ouço algumas musicas, e me disfarço de meus anseios.
Eu vi um corpo que poderia ter me curado naquele instante, mas é que na verdade eu ja havia escolhido minha fuga, e quando ele abriu a garrafa, ela fez PÓC!, dizendo logo em seguida: me engula toda, até pedi por outra. E voltei pra casa todo cagado, com mais um cigarro aceso, mas ainda rindo. Pensei, quem vai me curar?! Passou um conhecido, que me pediu um cigarro, tirei o fone de ouvidos, deixei o concrete blonde tocando, trocamos umas palavras, me convidou pra encontrá-lo em um outro bar. Eu disse que deixaria minhas coisas em casa e subiria, não fui, mas ja sabia que muito provavelmente não iria mesmo, mas penso até agora: e por que não ter ido?!
Eu sempre espero encontrar um amor na próxima esquina, mas que seja sabio o suficiente pra dizer adeus duas quadras depois, pois a intensidade me faz não dar apenas isso como um ato puro e nato, mas sim leva todo o pacote dos dois sentimentos exauridos que carrego incondicionalmente e avidamente cego em mim, ai é quando eu atroxo tudo no rabis e fodo tudo. Como as canções que amo, parece que quando as tenho, como algo que gosto profundamente é quando as faço de pior, quando eu deixar de amá-las, serão algo totalmente simples de tão florais, pífias que possam ser. sei la...
Por que sempre tão forte, tão pobre, tão podre, tão....
tão...
tão...
cru?!
Eu vi um corpo que poderia ter me curado naquele instante, mas é que na verdade eu ja havia escolhido minha fuga, e quando ele abriu a garrafa, ela fez PÓC!, dizendo logo em seguida: me engula toda, até pedi por outra. E voltei pra casa todo cagado, com mais um cigarro aceso, mas ainda rindo. Pensei, quem vai me curar?! Passou um conhecido, que me pediu um cigarro, tirei o fone de ouvidos, deixei o concrete blonde tocando, trocamos umas palavras, me convidou pra encontrá-lo em um outro bar. Eu disse que deixaria minhas coisas em casa e subiria, não fui, mas ja sabia que muito provavelmente não iria mesmo, mas penso até agora: e por que não ter ido?!
Eu sempre espero encontrar um amor na próxima esquina, mas que seja sabio o suficiente pra dizer adeus duas quadras depois, pois a intensidade me faz não dar apenas isso como um ato puro e nato, mas sim leva todo o pacote dos dois sentimentos exauridos que carrego incondicionalmente e avidamente cego em mim, ai é quando eu atroxo tudo no rabis e fodo tudo. Como as canções que amo, parece que quando as tenho, como algo que gosto profundamente é quando as faço de pior, quando eu deixar de amá-las, serão algo totalmente simples de tão florais, pífias que possam ser. sei la...
Por que sempre tão forte, tão pobre, tão podre, tão....
tão...
tão...
cru?!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
voltando pra casa...
Sentir saudade é bom... sentir saudades ou falta de casa... sentir falta de pessoas queridas ja distantes ou que partiram, e as vezes cedo demais... Sentir falta em estar só, pelo menos de vez em quando.... ter saudade da cidade natal... sentir falta do cachorrinho de infância... sentir saudade dos amigos... sentir falta de tudo aquilo que se viu e teve um dia, dos amores, dos inimigos, das trepadas boas, da calmaria, da loucura, de um passado que as vezes nem é distante...
e sentir falta daquilo que nunca viu ou sabe-se o que é, e se existe?!
é duro ter que voltar pra casa quando não há mais nada!
e sentir falta daquilo que nunca viu ou sabe-se o que é, e se existe?!
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
o fado, o fadado!
De repente eu desci da cadeira em que estava em pé. Sim, aquela que me dava vontade de gritar e todos pudessem me ouvir e me ver. Ali era o melhor ponto, ja que todos tinhamos estatura media. Eu desci, torci meus pés, gritei, mas foi de dor.
Passou, como todas as dores. Todas as dores, e todos os amores, nenhum é eterno. Assim, que nem deus. Inútil depois de um determinado tempo. Acendi meu cigarro, era o penúltimo do maço. Pouco importa, pois até então nenhum cancer havia existido.
Pensei: poxa, sera que estarei vivo amanha?! Então abri mais uma lata. Nenhum amanhã justificaria o hoje. Nada, nadica de nada. Eu quero provar o que então?!
Não! Eu não quero provar. Eu quero desprovar. Ah, enchi o copo, matei ele num gole só. Enchi novamente. E mais uma lata foi necessaria.
Então percebi, olhei pra sombra e disse: SE NÃO AGUENTA, POR QUE VEIO ENTÃO?!
Sai, meu cigarro estava acabando, acendi. Traguei, era vazio. Joguei fora. Acendi outro, olhei pro céu, mas não sabia se estava olhando pro chão. Ri, igual Tião Macalé. Mas quando acordei estava vivo, e nem sabia onde. Voltei pra lugar nenhum, e no caminho, olhei pro chão, e lembrei que esqueci minha sombra ainda deitada. É claro que nunca mais voltei!
Passou, como todas as dores. Todas as dores, e todos os amores, nenhum é eterno. Assim, que nem deus. Inútil depois de um determinado tempo. Acendi meu cigarro, era o penúltimo do maço. Pouco importa, pois até então nenhum cancer havia existido.
Pensei: poxa, sera que estarei vivo amanha?! Então abri mais uma lata. Nenhum amanhã justificaria o hoje. Nada, nadica de nada. Eu quero provar o que então?!
Não! Eu não quero provar. Eu quero desprovar. Ah, enchi o copo, matei ele num gole só. Enchi novamente. E mais uma lata foi necessaria.
Então percebi, olhei pra sombra e disse: SE NÃO AGUENTA, POR QUE VEIO ENTÃO?!
Sai, meu cigarro estava acabando, acendi. Traguei, era vazio. Joguei fora. Acendi outro, olhei pro céu, mas não sabia se estava olhando pro chão. Ri, igual Tião Macalé. Mas quando acordei estava vivo, e nem sabia onde. Voltei pra lugar nenhum, e no caminho, olhei pro chão, e lembrei que esqueci minha sombra ainda deitada. É claro que nunca mais voltei!
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Eu só preciso de um titulo.
Eu comecei o texto aqui tres vezes e apaguei. To qause apagando esse também. Mas se nem titulo achei, é porque não preisava de texto também. rsrs... Mas estava bastante inspirado vindo pra casa. rsrsrs...
Devem ser os fones...
Devem ser os fones...
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