sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Chuva no telhado, telhado em mim!

Senti meu corpo estilhaçar enquanto eu caminhava. Como um saco de pele cheio de estilhaços de ossos caminhando pela cidade, parei antes mesmo de chegar, para esperar a chuva passar. Pedi um copo de cerveja gelada, bebi ainda pela metade. Peguei o telefone, liguei e conversei sobre o que iria fazer antes da chuva. foi quando o telefone tocou novamente me dizendo que o nosso plano para fazer aquilo que não sabiamos estava ainda de pé. Terminando o ultimo gole de cerveja eu vou pra casa, tomo um banho e tento seduzir esse corpo a aguentar mais uma noite em claro por nós, sim pois todos precisamos da presença d eum dos outros, memso não sabendo o que vai ser de nós mesmo amanhã de manhã.


E pra quê?!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

(Verdade seja dita...

Nesse momento, sinto meu corpo expelir algo que não lhe pertence, esta saindo quase que pelos poros. Uma série de coisas passa pela minha cabeça, mas não dura tempo suficiente para que essas coisas possam ser mensuradas. Recrio tudo aquilo que deveria lembrar para não dizer tarde demais. Prendo-me no passado, e escorrego sem perceber. Me pego dentro de mim pensando o que fazer do agora. Encho-me de possibilidades, as ruins, as boas, e as que eu não sei o que fazer com elas. Vem e vão. Pronto para pular no precipício, mas não antes de jogar a corda, pra que eu possa imaginar que alguém irá cortá-la quando estiver no meio da subida.

Não quero cair, mas também não quero subir, de fato, porém, também repudio a situação de viver assim no meio. Tão quieto, tão descente, cheio de moralidade equilibrada, pronto para ponderar. Eu necessito da voltagem ao extremo, mas com a amperagem baixa. Ótimo, saquei minha situação em coma, em plena lucidez sem todos aqueles aparatos distanciadores da razão, da lógica sã e medrosa. Ótimo, mais uma vez, me vejo com vontade de devorar o nada, simplesmente para me assegurar de que estou cheio de nada. Sinto me esvair a carne, sendo expelida de mim mesmo. Mas quero come la, pra que retorne ao seu berço, à sua origem, a sua verdadeira mãe, pai, ou seja la o que a denomine propriedade.

Mas ao mesmo tempo minha liberdade me prendeu dentro do meu do meu mundo, que ao ser expandido e quebrado para o infinito, fez com que a carne já não fosse mais minha, nada de meu corpo parece me pertencer. Tudo que me cerca a quer. Ei, estou aqui! Esperando por um pedaço que me cabe desse corpo: sombrio; iluminado; carente; tentando se renovar; tentando inovar... Dê-nos um pedaço da sua discórdia que esta encalacrada na carne! Faça nos ter um pouco daquilo que não temos coragem de buscar! Você é de todos... Não! Eu sou meu! Somente meu! Ninguém vai arriscar e nem petiscar essa enfermidade que é só minha. Eu sou a escuridão e a luz que tenho. Obtuso, anseio por mim mesmo, dentro da minha própria vontade de querer virar pontos de luz dentro de uma caixa na mão de um animal irracional. O presente escondido dentro da caixa de Pandora, pronto para causar nada além de um desfrute do vazio. Sim, não há o que buscar aqui, além de cortes, cicatrizes, e um oceano de coisas inúteis a outrem.

Eu não sou a babilônia, eu sou eu. Apenas eu, e isso me torna sempre algo incompleto tentando entender por que sempre quero mais.


...ou engasgada!)

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Buscando mais um pouco daquilo que não tem explicação!

Estamos na estrada,
ratos buscando um sentimento,
como aqueles que decidem arriscar a cabeça
por um pedaço de queijo na ratoeira.

luzes inspiram a contemplação,
e eu só quero sorrir mais um pouco,
ver minha cara suja refletida em olhos desconhecidos,

pois estou indo ver o que é que tem la.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

electron blue!

You run in electron blue...
that's it. You run. You just run...

I stay blue!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Um momento...

Bem, assim como nas ligações às empresas de telefone, deixo a linha em estado de espera. Boto meu coração e meu corpo pra viver inércia, um momento de crueldade, mas ao mesmo tempo, tudo ta invertido e de cabeça pra baixo. Um não representado pelo sim e vice-versa.

Eu diria que tudo se perde, alguns dizem desse tal de inferno astral... O que sei que nada parece solucionar... Minto. O senso de humor ainda o faz se disfarçar. hehehe... Mas o momento é propicio pra uma reclusão incerta e de tempo, indeterminado, saiba que o nunca mais pode durar cinco minutos, assim como pra sempre também.

Puts, mas assim, nao da pra andar pelo mundo e achar que tudo ta normal. Até ovnis no céu dizem que iremos presenciar. Tomara, uma coisa diferente enfim. ehehe... Garanto que escreverei sobre eles.

Estava lendo um blog de uma amiga agora, e ela tem marcadores: bea, como vc reclama. É, eu também. hehehe... Ela também, por ver alguns postes, parece perceber a irritação colhetiva. hehe... Um outro amigo diz que é culpa dessas ondas todas de tecnologia UAIERLÉS. Não a principal, mas um dos... La no trabalho, não sou um yuppie-like, rs, hoje falavamos de crise. hehe... Vai foder tudo, ta todo mundo é de saco cheio com o mundo do jeito que ta isso sim. hehehe... Vai virar um fusuê só. UHULLL...

Bem, espero ter tempo de fazer um convenio médico pelo menos. hahahahha... Assim poderei morrer esterilizado.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Ainda é cedo pra dizer que não!

Pois é, disse Jeff Buckley em Grace: "I'm not afraid of going, but it goes so slow!"

BEm, vou escrever conforme penso...


Eu queria dizer muitas coisas pra dizer a verdade. Por exemplo, sobre os anseios, medos, frustrações, amores, paixões, vontades, excitações, alegrias e tristezas que passaram por mim só nesse dia que diz que estou a dez horas acordado.

A calmaria é algo incerto, inexistente eu acho. Uma vontade de pular da ponte, ou dentro da fonte da juventude, caminham constantemente quando olho ao redor. Não é queixa, pelo menos não uma queixa gratuita. Não consigo sentir o mundo girar de maneira uniforme dentro do meu peito.

Os sentimentos que tenho são as coisas que pra acontecerem não dependem de mim, e sim de todo um meio que me cerca. Por que, sinceramente, eu ainda fico pasmo com tudo isso.

Um coração de pedra se tornou uma delinquencia de sentidos.

Bem, enquanto isso vai vagarosamente vou curtir a minha enquanto posso..

e falar a verdade, que va devagar mesmo. Não tenho pressa! hehehe...

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Erosão dentro do despencador!

Tentando esquecer tudo o que se passa por aquela porta, depois que eu mesmo a transponho pra liberdade de fazer o que quiser. Assim eu respiro e deixo tudo deslizar pela minha garganta abaixo, pois tudo aquilo que eu deixo sair, nem sempre diz alivio, mas transforma o comum em a coisa mais dolorosa do mundo.

Eu dôo quando não acho um simples gato pra puxar pelo rabo na hora de dizer que não estou dentro do hábito do comum. As horas passam rápido, aparentemente. Parece que tudo esta sendo uma eternidade, o novo é curto. A novidade não dura mais que cinco minutos.

Não sei esperar, mas enquanto isso aprendo e me maltrato. Sinto tudo ao mesmo tempo, parece que nunca sinto muito, e então eu te maltrato. Mas pelo menos você não me ama mais. Algo aconteceu dentro de você. E causar as sensações diferentes, ainda soa mais intrigante do que o confortável estático.

O movimento ainda é a causa da reação. A inércia é só mais uma filha da puta que faz um louco esperar pela morte. Oras, mas eu sentei?!

E dai?! Nem sempre se pode ser o que não conhece... Eu sento dentro da estrada e caminhões atravessam meu corpo, o que sinto é basicamente nada, perto do centro que provoca tudo isso sem pestanejar.

Hoje em dia os sorrisos são mais breves pra todos eles, ou talvez apenas pra ela. Mas o que ainda fortalece, são aqueles que sorriem simplesmente por você existir. Lembrei da frase em minha guitarra que diz que Sua mãe lhe ama. Fato.

Eu não diria que soube mentir, mas preferi ocultar tudo aquilo que a deixaria mal por não compreender, mas só elas, de repente, sabem respeitar, com toda discórdia que a ignorância provoca dentro do peito e mesmo assim preferem não dormir a sentir a ausência do caos.

Boa noite, todos dizem. Ela diz cuidado pra não cair. Mas pode me deixar preocupada, pois no ápice do meu egoísmo, tenho esse sentimento guardado só pra mim.